Quanto tempo minha gente. Estou mesmo sumida.
Retornando ao meu último post percebi como o tempo passou
rápido demais. Tantas mudanças, reinvenções, jamais imaginaria naquela data que
neste exato momento estaria morando em outro estado. Agora resido no Espírito
Santo. Bye bye São Paulo. A vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Mas esse é
assunto para outra postagem.
Minha passagem aqui é para falar um pouco sobre o amor à
dois. Ando muito mais observadora nesses últimos tempos. Reparando nas pessoas
desconhecidas que passam por mim e nos seus comportamentos amorosos.
Algumas constatações:
ELES. Existem os grosseiros e brutos que andam a frente da
mulher, estufam o peito e saem batendo o pé. Aqueles companheiros que ajudam a
carregar a sacola do mercado ou seguram a criança. Os que praticamente não
falam e esperam a mulher resolver as coisas. Os educados, atenciosos. Aqueles
que se acham o rei e que todas as outras pessoas devem se curvar quando passam
por ele. E os que ainda abrem a porta do carro, andam de mãos dadas e tratam a
sua metade de forma especial (meu tipo preferido!).
ELAS. Tem as independentes que fazem a compra, seguram a
criança com uma mão e passam o cartão com a outra, sem deixar de falar ao
celular enquanto realiza todas as tarefas. As que são tímidas e deixam que ele
resolva tudo. Aquelas que praticam corrida atrás dos filhos enquanto o marido se
ocupa das compras. As que não vivem só e aceitam todo tipo de grosseria. E as
que mantém o brilho no olhar quando observam ele realizando alguma tarefa e tem
a sorte de ter encontrado parceria no amor.
Pouquíssimos perfis perto dos muitos que existem, mas posso
dizer que são os tipos mais repetidos que vejo por aqui.
O que tenho a compartilhar sobre o amor (namoro e casamento),
é que não tem como gostar de outra pessoa, se não gostarmos primeiro de nós. Se
achar bonita, valorizar, ficar bem em sua própria companhia. Conheço gente que
não pode ficar sozinho e acaba em cada enrosco, isso por pura carência ou até falta
de paciência.
O amor é bem mais que um beijo caloroso, a batida forte do
coração e um “gelinho” na barriga. É ter alguém para dividir os momentos bons e
os difíceis da caminhada. É ter companhia, amizade, colo, conversas complexas e
outras sem sentido. Alguém para escutar suas gargalhadas mais altas e seus
choros mais intensos. Que torça por você, que te incentive a crescer. Que te
impulsione para cima e vibre com suas conquistas. E tudo isso sem ciúme,
loucura ou obsessão. (Por favor solteiras, fujam dos tipos que te levam para
baixo, dos paranoicos e obsessivos... E por favor, nada de sufocá-los também.
Respeite os espaços).
“O amor é isso. Não
prende, não aperta, não sufoca. Porque quando vira nó, já deixou de ser laço.”
(Mário Quintana)
“A vida sem amor é um
livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores.”
(Augusto Cury)
E eu concordo plenamente. O amor nos faz crescer, amadurecer
e completa aquele buraquinho que muitas vezes temos no coração. É bom demais
ter com quem colorir nos caminhos da vida. Alguém para encontrar em casa e te
dar o abraço mais apertado e aconchegante. Uma pessoa para construir um lar e
uma família. E claro, alguém para implicar porque largou a bagunça na sala e
deixou a toalha molhada na cama. Afinal não dá para ser perfeito né?!
Uma música romântica para escutar a dois. :)
Beijos amores!
Cá


O amor compensa....
ResponderExcluirCompensa sim...
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